segunda-feira, 11 de julho de 2011

RÉQUIEM A UM POETA


I
Enfim, poeta!
A máscara
Da persona
Mitificada
Já escuta
Os acordes
Do seu réquiem.
II
Enfim, poeta!
Explendeu
O sol
Que,
Das trevas
Fulgia...
Réquiem aetemam dona eis
III
Enfim, dai
O repouso eterno
Ao amor
Indécoro...
IV
Enfim, poeta!
Não te encontro
Mais no teu nome!
Estás na noite?
No além?
Em ti?
Rondo...
Descanso...
Canso...
Passo...

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